Curiosidade do dia

Qual a origem do chiclete?

A origem do hábito de mascar chiclete é controversa. Alguns autores afirmam que o hábito de mascar gomas surgiu entre os índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore denominada chicle com a finalidade de estimular a salivação. Outros, que o hábito surgiu entre os Maias, no México, que mascavam uma goma obtida de um látex que escorria de cortes de uma árvore conhecida como Sapota zapotilla, hábito que os Astecas posteriormente assimilaram. Também na Grécia antiga era comum mastigar a resina de uma árvore chamada mastiche para lavar os dentes e melhorar o hálito.

Nos anos 60 do século XIX, Antonio López de Santa Anna (presidente e general mexicano exilado nos EUA) levou para a América do norte uma resina cremosa (látex) a que chamavam chicle. Apresentou-a a Thomas Adams Jr, um fotógrafo e inventor nova-iorquino, que tentou, sem sucesso, vulcanizá-la, utilizando-a depois para o fabrico de pastilhas elásticas que se tornaram um sucesso. Mais tarde, melhorou-lhes o sabor, acrescentando um pouco de licor, o que agradou aos seus clientes.

Industrialmente, a produção do chiclete iniciou-se em 1872 quando o americano Thomas Adams Jr iniciou a venda de pedaços de cera parafinada com alcaçuz.

O nome "chiclete" deriva-se de Chiclets, um produto da ADAMS.

As duas grandes guerras mundiais, principalmente a segunda, contribuíram para o aumento da popularidade da pastilha elástica, não só nos EUA mas também um pouco por todo o mundo. Era tida como terapia relaxante para o stress diário de que as pessoas eram vítimas.

Com o aumento do seu consumo, os fabricantes tiveram de procurar novos produtos que substituíssem as resinas naturais. Surgiram novos tipos (sem açúcar, com novas cores, novos sabores, novos formatos, etc.) e novas marcas de pastilhas. No Brasil, a fabricação e a venda do produto iniciou-se em 1945, sendo Natal (Rio Grande do Norte) a primeira cidade brasileira a conhecer o produto.

Fonte: Wikipedia

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Curiosidade do dia

Como funciona a bateria?

Existem dois processos químicos opostos, a Redução e a Oxidação. Você tem um material químico que vai perder elétrons e um que vai receber elétrons. Enquanto um perde, ele vai oxidando (tipo enferrujando, ferrugem é um tipo de oxidação), e o outro recebe elétrons. Esse processo é chamado REDOX. Essa reação acontece independente do celular estar ligado ou desligado. Quando ele liga, acontece da mesma forma que na tomada de luz de casa: o circuito se põe no meio desse “caminho”, e começa a catalisar a reação, ou seja, acelera o processo. Conforme ele pede mais energia, mais rápido o processo ocorre. Chega um momento em que o material começa a não conseguir soltar elétrons, então acaba o processo e a bateria acaba.

Quando você coloca na tomada, o carregador consegue inverter isso, fazendo o processo de redução do material oxidado, coisa que não acontece em qualquer pilha comum por exemplo. Isso só acontece porque os materiais que compõem a bateria de celular são muito overpower e conseguem fazer e refazer o processo várias vezes. A diferença desse processo para o outro é que em condições normais essa “carga” da bateria não volta para a condição inicial, então você precisa “injetar” eletrecidade para que o material 2 tenha energia. Ele tendo energia sobrando, ele começa a devolver para o material . Isso também explica porque quando você coloca o celular na tomada (sem bateria) ele continua reclamando que está sem bateria e às vezes acaba. Mas se ele está na tomada, porque acaba? É porque ele não pega a energia da parede. Entenderam?

Depois de muito fazer e repetir esse processo, o material vai diminuindo de tamanho, de tanto perder e ganhar elétrons. Ele um dia acaba piorando e vai perdendo potência. Alguém já tentou ligar um daqueles celulares antigões com a bateria original? É bem provável dela não funcionar mais, de tanto tempo que ela ficou parada. Demora um tempo no carregador pra ela normalizar (a tal primeira carga de bateria celular, pra compensar o tempo parado na caixa)

Quanto Dura uma Bateria?

A capacidade de uma bateria de armazenar carga é expressada em ampère-hora (1 Ah = 3600 coulombs). Se uma bateria puder fornecer um ampère (1 A) de corrente (fluxo) por uma hora, ela tem uma capacidade de 1 Ah em um regime de descarga de 1h (C1). Se puder fornecer 1 A por 100 horas, sua capacidade é 100 Ah em um regime de descarga de 100h (C100). Quanto maior a quantidade de eletrólito e maior o eletrodo da bateria, maior a capacidade da mesma. Assim uma pilha minúscula do tipo AAA tem muito menos capacidade do que uma pilha muito maior (por exemplo do tipo D), mesmo que ambas realizem as mesmas reações químicas (por exemplo: pilhas alcalinas).

Por causa das reações químicas dentro das pilhas, a capacidade de uma bateria depende das condições da descarga tais como o valor da corrente elétrica, a duração da corrente, a tensão terminal permissível da bateria, a temperatura, e os outros fatores. Os fabricantes de bateria usam um método padrão para avaliar suas baterias. A bateria é descarregada em uma taxa constante da corrente sobre um período de tempo fixo, tal como 10 horas ou 20 horas. Uma bateria de 100 ampères-hora é avaliada assim para fornecer 5 A por 20 horas na temperatura ambiente. A eficiência de uma bateria é diferente em taxas diferentes da descarga. Ao descarregar-se em taxas baixas (correntes pequenas), a energia da bateria é entregue mais eficientemente do que em taxas mais elevadas da descarga (correntes elevadas). Isto é conhecido como a lei de Peukert.

Fonte: Você Sabia?

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Curiosidade do dia

Quantas Palavras os Cachorros Entendem?

Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a objetos ou a idéias. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra “garrafa” toda vez que lhe dão uma garrafa, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças entendem as palavras antes de aprender a expressá-las. Alguém poderia dizer que o mesmo acontece com os cães. Os cães só não chegam ao próximo passo: falar. Porém, comparar ou não a “compreensão” que um cão tem de uma palavra à compreensão de uma criança é outra história.

A maneira como o bebê aprende a palavra “garrafa” é semelhante, em alguns aspectos, à forma de um cão aprender as palavras. Quando uma criança aprende uma palavra como “lápis” ela associa a palavra ao conceito de um instrumento de escrita em uma variedade de maneiras (chegando a cometer o engano de chamar uma caneta de “lápis” depois de ver alguém usando uma para escrever). Por outro lado, os cães provavelmente aprendem a palavra “caneta” como um som que desencadeia uma resposta: “traga-me a caneta e eu te darei um petisco”, por exemplo.

Como os cães muito provavelmente não compreendem conceitos abstratos, eles não podem entender as palavras que se referem a tais conceitos. Por exemplo, humanos entendem idéias como “amor”, “ódio”, “crenças” e “descuido”.

Essas idéias não são necessariamente relacionadas a um objeto ou a uma ação específica. Idéias que se referem a coisas específicas são chamadas de conceitos concretos. Então, quando dizemos aos cães que os amamos, isso provavelmente não signifique tanto para eles quanto a palavra “petisco”. Algumas pessoas podem dizer que até encontrarmos uma maneira de interpretar a mente de um cão, não poderemos dizer em definitivo se os cães entendem ou não conceitos abstratos. Até onde sabemos, os cães só compreendem palavras que se referem a coisas concretas.

Podemos dizer que os cães entendem a linguagem? Isso depende da definição de linguagem, que é discutível. Se a linguagem indica o processo de comunicar um estímulo particular (uma palavra) para produzir uma determinada reação, então os cães definitivamente compreendem a linguagem. Porém, para muitos lingüistas - pessoas que estudam a linguagem - a definição apropriada de linguagem deve ser aprofundada.

Alguns lingüistas acreditam que a linguagem precisa de sentenças com sintaxe. A sintaxe se refere à forma com que as palavras se relacionam entre si em uma frase, baseadas em um sistema de regras estruturadas, como a ordem das palavras. Por exemplo, para falantes de inglês, a frase “o cão morde o homem” significa algo diferente de “o homem morde o cão”, apesar de ambas as frases possuírem as mesmas palavras. Seguindo essa definição mais rígida de linguagem, os cães não compreendem linguagem porque não há motivos para acreditar que eles compreendam as frases dessa forma.

Mesmo os bebês podem diferenciar as partes do discurso, como verbos e substantivos, o que um cão provavelmente não consegue. Alguém pode dizer que, se os cães não podem usar a sintaxe como as crianças, então eles não podem realmente entender uma palavra porque eles não entendem como ela se relaciona a outras palavras.

Mas se os cães realmente não podem compreender a linguagem como os humanos, por que eles parecem nos entender tão profundamente? Certos estudos mostram que os cachorros reconhecem os gestos humanos como pistas melhor que outros animais, como os macacos de grande porte. Assim, quando os cães parecem compreender nossas palavras, eles na verdade devem apenas estar lendo a nossa linguagem corporal ou nosso tom de voz.

Fonte: Você Sabia?

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Por que o biscoito amolece e o pão endurece?

O biscoito amolece porque absorve umidade do ar. Já o pão sofre o efeito contrário: quanto mais tempo fora do saco, mais endurece por perder água. Parece simples, certo? Mas a resposta não acaba aí. Ambos possuem em seus ingredientes um polímero chamado amido. É basicamente por causa dele que acontecem todas essas mudanças.

Durante o processo de fabricação do biscoito, o amido passa por uma transição vítrea, um efeito térmico usado para obter um produto mais maleável sem mudar sua estrutura. Quando a tiramos do pacote, o biscoito entra em contato com um ambiente mais úmido. Então, as regiões cristalinas do amido se rompem e deixam a água entrar. Aí é que o biscoito fica borrachudo.

O pão, quando assado, se torna uma pasta elástica. Nessa fase, o amido é aquecido a 600°C e tem a textura de uma gelatina. Conforme o tempo passa e a temperatura diminui, as cadeias de amido interagem com mais força entre si, obrigando a água a sair. A sinérise, como é chamada, acontece quando o amido volta ao seu estado natural, provocando um ressecamento do pão.

Bilhões de reais já foram gastos em pesquisas para controlar essa inconstância do amido.

No caso do pão, há mais de 150 anos pesquisadores estudam o fenômeno para tentar reverter o processo de retrogradação do amido. O tipo de pão mais atingido pela "secura" é o francês.

Quanto ao biscoito, se armazenado em um pote de vidro, se manterá crocante durante muito mais tempo.

Fonte: Só Curiosidades

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Curiosidade do dia

Por que a agua do oceano é salgada?

A ciência ainda debate como os mares se tornaram salgados. Há quem sugira uma origem alienígena, mas a teoria mais aceita se baseia apenas em eventos geológicos. O sal de cozinha (cloreto de sódio) é uma molécula formada por um átomo de sódio com carga positiva e por um átomo de cloro com carga negativa.O processo que levou à existência de altas concentrações dessa molécula no oceano teria começado há três bilhões de anos quando, com o resfriamento da temperatura da Terra, a água começou a se depositar sobre a superfície, iniciando a erosão das rochas. Um dos constituintes das rochas é justamente o sódio, que as águas carregavam consigo em direção aos mares. O cloro tem origem no interior do planeta. Havia uma intensa atividade vulcânica naquelas épocas. Muitos desses vulcões ficavam no fundo dos mares, e liberavam gases que continham cloro. Dois bilhões de anos atrás, graças à influência do oxigênio, o mar começou a desenvolver as características físico-químicas que tem hoje. Esse processo teria continuado até 200 milhões de anos atrás, quando os mares adquiriram a composição atual, da qual 85% correspondem a cloreto de sódio.

Fonte: Rosalinda Montoni, professora do Instituto Oceanográfico da USP

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